Meros Olhares
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Felicidade
as melhores coisas da vida, um sorriso, uma conversa, uma piada interna, ficar uma noite fora de casa curtindo o escuro e o frio com alguém. É um sorvete ou uma pizza, é um telefonema e uma amizade verdadeira, é ficar um dia inteiro com dor de barriga por que vai ver alguém a noite, é sair tarde e chegar tarde. são olhares e sentimentos verdadeiros, música e sinceridade, respeito e afeto. São borboletas, beijos e gargalhadas. são coisas sem preço, coisas baratas e fáceis. É um por do sol, é pegadas na beira da praia, é um livro, um filme, uma troca de sentimentos.
(Mayara Thais)
Desejo
(Mayara Thaís)
Desistir.
Você desiste, não liga mais, não manda mensagem, não olha todas as redes sociais dele milhões de vezes por dia. Você não pergunta mais por ele, nem olha quando ele passa. Aí você começa a perceber que dá pra viver sem ele, percebe que está feliz sem ele. Você percebe que não pensa mais tanto nele antes de dormir, que você sai e não se imagina encontrando com ele em alguma esquina. Mas de repente ele te liga. Comenta sobre alguma coisa do passado que você nunca esqueceu. Te chama de algum nome que você sabe que é só seu ou canta alguma música que te lembre de tudo. Aí você desiste, de desistir.
(Mayara Thaís)
volta.
Sinta-se á vontade para voltar, para tomar seu lugar novamente, sinta-se em casa, aproveita pra esquentar a casa no frio, fazer as coisas voltarem a ser como eram, pra me trazer paz, alegria. Quem sabe eu ainda tenho um pouco disso guardado em mim.
(Mayara Thaís)
o que eu quero
Quer saber o que eu quero mesmo? Quero ser amada, eu queria mesmo sabe? Ser conquistada, mas que depois de ser conquistada, queria que você ficasse comigo, me tratasse como prioridade. Que me chamasse de lerda quando eu fizesse alguma burrada, mas depois me fizesse sentir dor de tanto rir. Queria que você me chamasse de minha e segurasse na minha mão. Que ficasse do meu lado mesmo que o assunto tivesse acabado. Que me beijasse com carinho e falasse no meu ouvido que eu sou feia de brincadeira. Queria acordar no meio da noite com uma mensagem escrito um ‘oi’ só pra me fazer rir. Queria fingir assistir um filme com você. Queria que você escrevesse uma música idiota pra mim. Queria que você tocasse sua bateria imaginária e depois perguntasse se tava lindo o som. Eu diria que não. Eu queria ouvir todas as suas histórias e queria que você fizesse parte de todas as minhas, eu faria das suas. Eu queria, eu quero, eu te quero. EU TE AMO.
(Mayara Thaís)
Diga à saudade, que a gente vai se ver logo. Diga à distancia, que eu corro o mundo pra te ver. Diga ao impossível, que a gente não liga pra o que ele pensa. Diga ao frio que minha cama é quentinha e cabem dois ao mesmo tempo. Diga á tristeza que a gente tem um ao outro e não tem espaço nenhum para ela. Diga á falta de coragem, que quando estou contigo, nada é difícil para mim. Mas diga, diga com vontade, diga com verdade, diz pra mim? E diga também ao amor , que ele nunca se vá, que ele nunca se perca, que ele nunca nos deixe. E que ele seja a essência de tudo.
(Mayara T.)
Olhares
As vezes, quando os corações estão tão próximos, eles não precisam de palavras para se comunicar, eles entendem tudo com um olhar. Mas não qualquer olhar, aquele olhar em que só os dois corações entendem. Aquele olhar que grita um eu te amo, ou um eu estou contigo. Aquele olhar que só você sabe o que diz, aquele olhar que te faz sorrir, que te faz não querer falar coisa alguma, pois você já entendeu tudo. Um olhar que faz os dois corações se abraçarem. Que te faz sentir segura, que te faz não querer dizer adeus nunca. Que te faz pedir a Deus que nunca tenha fim, que nunca acabe. Que te faz querer olhar cada vez mais fundo, cada vez mais seguro, sem medo, sem fim. (Mayara Thaís.)
Espero
Mesmo que nada tenha dado certo ultimamente, mesmo que as lágrimas venham toda noite antes de dormir, e a dor faça um grande buraco no meu peito, eu ainda te espero. Espero o dia que vou ouvir tua voz rouca no meu ouvido, espero o dia em que vou correr contigo na praia, o dia em que vou pintar a casa contigo, em que vou escolher o nome do nosso cachorro ao seu lado, comer pizza, escolher um filme, viajar, conhecer outro pais, pular de paraquedas, mudar de casa, plantar feijão em um copo com algodão, fingir ser criança, fingir que somos desconhecidos, brincar de correr um atrás do outro, ir num cinema, ir em um show, ir em um restaurante, ir para qualquer lugar. Entende que eu te espero, espero pra fazer qualquer loucura, pra ficar em casa, ou sair por aí sem rumo. Eu te espero e não vou sair daqui, te espero por que te quero aqui, junto de mim.
(Mayara Thaís.)
com você
Eu quero um dia frio, quero um dia frio com você, quero um quarto aconchegante com coberta, coca-cola e salgadinho, quero filmes e não quero prestar atenção em nenhum deles. Eu quero seus olhos, seus sorrisos e suas maninas bestas. Quero suas mãos em mim. Eu quero um eu te amo sincero e um eu te odeio mentiroso. Eu quero seu perfume em tudo o que é meu, quero suas brincadeiras e suas gargalhadas exageradas, quero seus segredos e suas histórias. Quero sua voz rouca. Eu já disse que amo sua voz rouca? Quero seus telefonemas, mas não quero que você esteja longe para me ligar, quero compartilhar momentos e sair em um dia de chuva para jantar. Quero acordar de madrugada e te ver dormindo, quero sonhar e te contar tudo mais tarde, quero escolher o nome do nosso cachorro com você e quero chorar desesperadamente em seu ombro quando ele ficar doente e quero gastar todo o seu dinheiro com remédios e besteiras. Eu quero viajar com você e com nosso cachorro e não me preocupar com mais nada. Eu quero o clichê, mas só se for com você. Eu te amo.
(Mayara Thaís)
(Mayara Thaís)
Bonito
Bonito era o jeito que eles conversavam. Bonito era quando algo dava errado e eles diziam “Daqui cinco anos iremos estar rindo dessa situação”. Bonito era o jeito inocente que eles viam o futuro. Bonito era o jeito que ele á fazia rir sem parar. Bonito era o jeito que eles escreviam cartas um para o outro. Bonito era o jeito que ele fazia cócegas e ela gritava para ele parar, rindo. Bonito foi o primeiro beijo deles. Bonito era quando ela o enchia de textos. Bonito era quando ele a enchia de músicas. Bonito era quando eles cantavam juntos, no telefone, no meio da multidão, no cinema, em qualquer lugar. Bonito era a marca de sorvete que ela fez no rosto dele. Bonito era o abraço deles. Bonito era quando ela chorava de amor e ele chorava de felicidade. Bonito era quando ele beijava a testa dela. Bonito era quando os dois passavam as madrugadas contando segredos, confidentes. Bonito era quando ele sentia ciúmes. Bonito era quando ela escrevia textos inspirados somente nele. Bonito era a suavidade do seus beijos. Bonito era quando eles jogavam o “jogo do sério” e ele sempre a fazia perder, ele a fazia rir misteriosamente. Bonito era quando o cheiro de um grudava na roupa do outro. Bonito era quando o gosto da boca de uma se hospedava na boca do outro. Bonito era quando ela lhe ensinava palavras novas. Bonito era quando ele a fazia gostar de outras músicas. Bonito era a forma que ela colocava poesia em qualquer momento, e sempre tinha uma frase do Caio Fernando Abreu para descrever o momento. Bonito era quando ele a beijava de ímpeto. Bonito era a letra dele. Bonito era quando ele a provocava. Bonito era quando ele sempre caia nas provocações dela. Bonito era a bagunça que eles faziam comendo açaí. Bonito era a forma que ele indagava: “Como você me aguenta? Tão grudento, passo o dia em cima de você, não te solto por nada!” e ela pensava consigo: “Não solte por nada.”. Bonito era quando ele sonhava com ela -ás vezes-. Bonito era quando ela sonhava com ele -frequente-. Bonito era quando eles tinham momentos de nostalgia. Bonito era ela cantando músicas infantis e ele rindo encantado. Bonito era quando eles faziam boca de peixinho e se beijavam. Bonito eram as promessas de eternidade. Bonito era a preocupação enorme que um tinha sobre o outro. Bonito foram os encontros, do primeiro até o ultimo. Bonito era quando ela lia seus textos para ele. Bonito era quando ele cantava suas canções para ela. Bonito foi quando ela chorou ao ler a música que ele fizera para ela. Bonito foi quando ele chorou quando ela leu o texto que fizera para ele. Bonito era as lágrimas doces que um provocava no outro. Bonito eram os sorrisos que um esboçava no outro. Bonito era a amizade, confiança e fidelidade dentro do amor.Fisicamente, ele era bonito, sua pele clara contrastava com seus cachos negros e sua boca vermelha. Ele a achava bonita. Eles eram bonitos, enfim.Mas bonito mesmo, era o amor dos dois. Não havia beleza
maior do que o olhar de admiração em que os dois se olhavam. A verdadeira beleza, não se vê com os olhos, mas se vê, se sente com o coração.
maior do que o olhar de admiração em que os dois se olhavam. A verdadeira beleza, não se vê com os olhos, mas se vê, se sente com o coração.
nós poderíamos
Nós poderíamos sentar na calçada de casa e ficar vendo a lua a noite toda sem falar nada que estaríamos nos entendendo, poderíamos brincar de brigar todas as tardes e nunca nos separaríamos. Poderíamos até sentar em mesas diferentes no restaurante, mas iriamos fazer caretas um para o outro de longe, e estaríamos nos namorando. Eu poderia passar horas olhando para seus olhos, sem me cansar um segundo sequer. Eu poderia te ver chegar de longe, mas não ia conseguir segurar minha vontade de sorrir ao te ver sorrir para mim. Eu poderia conversar com você por telefone a noite toda, mas me sentiria melhor se você estivesse do meu lado, na minha cama. Nós poderíamos sair por aí, sem nos preocupar com a estrada, nós nos acharíamos, e aliás nós poderíamos nos perder de propósito por aí, para que, quem sabe, nos encontrarmos em nós dois, mais uma vez.
(Mayara Thaís)
Que as conversas e beijos fiquem gravados na sua mente. Que nenhum ‘eu te amo’ fique esquecido ou que seja em vão. Que cada abraço e cada olhar, fique guardado em você. Que você nunca esqueça que tudo isso foi verdadeiro e que nunca vai ser comparado a nenhum sentimento no mundo inteiro, a não ser o próprio amor.
(Mayara Thaís)
As vezes eles se olhavam de longe, sorriam. Ou então, se esbarravam sem querer por aí, pra falar um oi. Podiam também mandar uma mensagem sutil de bom dia no celular do outro, só pra manter contato. Mas eles sabiam do sentimento do outro, e sabiam que era igual ao sentimento deles mesmos. Sabiam que quando se olhavam de longe, era um ‘eu te amo’ disfarçado no sorriso. Sabiam que quando se esbarravam sem querer, o que se queria era um beijo. Sabiam também que quando mandavam mensagens um para o outro, o que queriam receber de volta, seria uma ligação. Eles sabiam disso tudo. Mas não demonstravam, eles só sentiam. Só imaginavam, eles gostavam.
(Mayara Thaís)
Oi amor, está tudo bem? Você tem se cuidado? Vem se protegendo do frio? Tem andado com as pessoas certas e falado com gente boa? Você ainda tem os mesmos costumes, as mesmas manias? Ainda está tentando ler aquele mesmo livro de anos atrás? Você tem saído com garotas legais? Alguma delas chamou realmente a tua atenção? Alguma delas te fez sair de casa em dias de chuva, ou te fez assistir um filme chato de romance? Alguma delas te escreve cartas todos os dias, ou deixa um bilhete com assuntos aleatórios com um “eu te amo” depois de um P.S.? E você? Se adaptou a viver sem aquela bagunça que eu deixava no seu quarto? Você aprendeu a fazer panquecas que eu fazia pra você comer no jantar? Eu era a única que conseguia virar uma panqueca na frigideira, você lembra? Lembra também que eu pegava teu violão velho e fazia musicas sem melodia para você todas as manhãs? Sei lá amor, sei que tudo isso aqui não faz sentido. Talvez você esteja completamente diferente, talvez você desistiu de ler aquele livro velho e tenha se esquecido dele. Talvez você tenha se encantado por alguma garota que não goste de sair em dias de chuva, que odeie romances e saiba tocar violão tão bem como você. Talvez você nem leia isso aqui. Mas eu sinto sua falta, sinto falta da minha bagunça no seu quarto, sinto falta dos nossos jantares em dia de chuva, sinto falta da bagunça que era nosso amor. Você não precisa responder isso aqui, mas por favor, te cuida. Me promete que você vai olhar para os dois lados antes de atravessar a rua, e que vai cuidar do que um dia foi meu? Eu ainda te amo, e vou continuar aqui. Talvez você volte, talvez você me deixe entrar na bagunça que é a tua vida novamente. Na verdade, eu só precisava saber, como vai você. (Mayara Thaís)
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